Tradução em inglês, dicas de gramática para você não errar mais

Não basta apenas saber ler e falar mais ou menos: para ter um inglês digno de uma empresa de tradução, é preciso estudar a gramática

Tradução é coisa séria!

Há um velho ditado que diz que a pressa é inimiga da perfeição, e ele não poderia estar mais certo. Essa constatação é totalmente válida quando queremos aprender um novo idioma.

Por mais que o inglês tenha um conjunto de regras que não é tão mais complicado do que o português, muitas vezes a falta de prática nos faz pecar em alguns pontos. Afinal, muita gente acha que só saber falar e escrever um pouco é necessário, mas não é assim que funciona.

Desprezar a parte gramatical prejudica tanto na hora de fazer uma tradução em inglês quanto de compreender o idioma em si. Afinal, a falta de.uma letra ou de uma apóstrofe já pode mudar todo o sentido de uma frase.

Para evitar cair nessas pegadinhas e manter um alto nível na tradução do inglês e no entendimento da língua, confira ótimas dicas de gramática, que quase deixarão seu inglês em um patamar tão alto quanto o de uma empresa de tradução!

Dicas Essenciais de Gramática Para Tradução em Inglês

Pode ser que você leve um certo tempo até que se acostume a essas dicas, mas não tem problema. Quanto mais praticar, mais desenvolverá a pronúncia e a escrita do inglês com uma gramática impecável.

Confundir contrações

Algumas expressões em inglês podem ser contraídas, de modo a reduzir seu tamanho e facilitar a escrita e a pronúncia. Porém, é preciso tomar muito cuidado com seu significado, já que as expressões contraídas geralmente se parecem com outras palavras.

As seguintes contrações são algumas das mais comuns, acompanhadas de um exemplo de uso:

Your: esse é um pronome possessivo, que significa seu ou sua. Is this your book? (este é o seu livro?).
You’re: abreviação de you are, que quer dizer você é. You’re my best friend (você é o meu melhor amigo/amiga).
Their: outro pronome possessivo, mas que quer dizer deles. These books are from their friends (estes livros são dos amigos/amigas deles).
They’re: mesmo caso: contração de they are (eles são/estão). They’re having fun today (eles/elas estão se divertindo hoje).
There: significa ali, mas muitas vezes é empregado incorretamente como their ou they’re. There is my house (ali está a minha casa).
His/her: mais um pronome possessivo, que significa dele/dela. That’s his/her car (aquele é o carro dele/dela).
He’s/she’s: abreviação de he is/she is. He’s/she’s so tired today (ele/ela está tão cansado/cansada hoje).

Existem também várias outras abreviações na língua inglesa, mas essas são algumas das que mais trazem dúvida, principalmente a quem está aprendendo.

Preposições in/on/at para tempo

Essa é mais uma grande cilada, aliás, três ciladas. Essas preposições podem ser usadas em vários contextos, embora muitas vezes possam parecer iguais em uma tradução em inglês.

A preposição in deve ser utilizada para falar sobre os meses do ano (in May – em maio); sobre as estações (in the summer – no verão); sobre os anos (born in 1994 – nascido em 1994) e em algumas expressões sobre o período do dia, como in the afternoon (à tarde).

Já a preposição on vai junto com os dias da semana (on Friday – no domingo); em datas (on May 17 – em 17 de maio); em alguns dias específicos (on Christmas – no Natal) e também na expressão on my birthday (no meu aniversário), que também se aplica a outros adjetivos possessivos (his, her, our, entre outros.)

Por fim, a preposição at é usada com certas palavras, como at night (à noite) e at noon (ao meio-dia); para falar de horários (at 6, às 6) e também com outras datas especiais, tais como at New Year (no ano novo) e at Easter (na Páscoa).

Preposições in/on/at para lugares

Esse trio de preposições também pode ser utilizado quando se diz respeito à lugares.

Se for algo mais abrangente, maior, então a preposição in deve ser utilizada, como em I live in Los Angeles (eu moro em Los Angeles). Sem uso também pode ser feito nos cômodos da casa, como I am in the living room (eu estou na sala de estar).

Já o on deve ser utilizado para indicar quando um objeto está sobre outro ou sobre uma superfície. Por exemplo: I forgot my cellphone on my bed (eu esqueci o celular em cima da minha cama).

Quanto aos lugares, o at entra quando é algo mais específico, como no exemplo Manchester United will play at Old Trafford (o Manchester United vai jogar no Old Trafford).

Traduções Profissionais? Deixe Com Uma Empresa de Tradução

Nós vimos que existem várias pegadinhas no inglês que podem confundir bastante a cabeça, assim como acontece com os falsos cognatos. Na hora de fazer uma tradução, as palavras podem não se encaixar direito ou não fazer sentido, o que indica que é preciso estudar mais para fixar esses conhecimentos na mente.

Quanto maior for a dedicação aos estudos, maior será o conhecimento, o que influenciará positivamente na escrita, na pronúncia, na compreensão e na tradução em inglês.

Com tanto conhecimento e com a prática constante, um estudante pode chegar o mais próximo possível da qualidade dos serviços de uma empresa de tradução: perfeitos e sem erros gramaticais e ortográficos!

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